27 de mai. de 2022

CONQUISTAS E DESAFIOS - ATIVIDADES NO LEI


A tecnologia nas escolas tem acontecido como uma resposta as transformações das duas últimas décadas, com a popularização do computador e a massificação das redes sociais que trouxeram para a sala de aula celulares, tablets, smartphones e com eles a necessidade de inovar;

o simples fato de uma constante alteração no cenário do desenvolvimento tecnológico já causa certo desconforto no professor, por exigir que ele tenha uma nova postura em sua prática pedagógica. Além disso, as inseguranças desse profissional para lidar com as novas ferramentas tecnológicas, bem como a ausência de uma formação contínua aumentam a sua resistência.

O maior desafio é fazer com que o uso do laboratório de informática deixe de ser apenas mais um passatempo para docentes e discentes. Esse espaço deve ser utilizado como aula dinâmica, com o uso do computador como ferramenta pedagógica, que agrega ao trabalho pedagógico, por ser mais interativo e rápido no acesso as informações solicitadas. O maior entrave encontrado para ter um atendimento eficiente no laboratório é a falta de estímulo e motivação dos professores para a mudança. 

A era da informação é um fato consumado e a cada dia os alunos estão mais antenados, mas de forma aleatória ou despreparada o que requer a ajuda do professor para ajudá-los a interpretar e realizar a contextualização adequada da quantidade de informações e imagens encontradas no ambiente virtual.

Diante das novas metodologias educacionais a educação vem sofrendo grandes mudanças, tanto no perfil do aluno que adentra o espaço educacional atual como nas novas ferramentas que permeiam a educação


Aspectos Positivos e Negativos das TICs



ASPECTOS POSIVOS

Permite que o professor mostre várias formas de captar e mostrar o mesmo objeto, representando-o sob ângulos e meios diferentes: pelos movimentos, cenários, sons, integrando o racional e o afetivo, o dedutivo e indutivo.



  

Há facilidade de dispersão. Muitos alunos se perdem no emaranhado de possibilidades de navegação. Não procuram o que está combinado deixando-se arrastar para áreas de interesse pessoal.

Facilita a motivação dos alunos, pela novidade e pelas possibilidades inesgotáveis de pesquisa. Necessita-se de uma forte dose de atenção do professor, pois diante de tantas possibilidades de busca, a própria navegação se torna mais sedutora do que o necessário trabalho de interpretação.

O professor consegue com que o aluno desenvolva a aprendizagem cooperativa, a pesquisa em grupo, a troca de resultados.


A interação bem sucedida aumenta a aprendizagem.

Em alguns casos há uma competição excessiva, monopólio de determinados alunos sobre o grupo, fazendo se necessário uma maior atenção pelo professor para esses casos.



Emerge uma necessidade de formação continuada para os professores.

Como forma de apoio aos professores, para que possam não apenas receber um novo recurso na escola, mas poder também conhecer suas potencialidades e utilizá-las para que o processo de ensino e aprendizagem.

 


 

30 de jan. de 2020

A Alfabetização e a BNCC

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O QUE A BNCC PROPÕE PARA A ALFABETIZAÇÃO?
Quanto tempo é necessário para alfabetizar? Qual a melhor maneira de ensinar a ler e a escrever? O que significa, no fim das contas, estar alfabetizado? Essas foram algumas das polêmicas sobre alfabetização levantadas durante a tramitação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
Com o documento aprovado, essas questões foram apenas parcialmente resolvidas. O documento mantém os principais pressupostos presentes em diretrizes anteriores, como os Parâmetros Nacionais Curriculares (PCNs), mas também incorpora mudanças. Oficialmente, a BNCC não traz direcionamentos sobre as abordagens que devem ser adotadas, mas existe uma perspectiva que está por trás da elaboração do texto: nela, o trabalho com algumas relações entre fala e escrita é enfatizado. O documento justifica essa ênfase como um reconhecimento de que a apropriação do sistema alfabético de escrita tem especificidades e colocando-a como foco principal da ação pedagógica nos anos iniciais do Ensino Fundamental. Abaixo, você vai conhecer as demais propostas conceituais do documento.

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Alfabetização explícita

A BNCC reconhece a especificidade da alfabetização e propõe a mescla de duas linhas de ensino: a primeira indica para a centralidade do texto e para o trabalho com as práticas sociais de leitura e escrita, a segunda soma a isso o planejamento de atividades que permitam aos alunos refletirem sobre o sistema de escrita alfabética (estudar, por exemplo, as relações entre sons e letras e investigar com quantas e quais letras se escreve uma palavra, e onde elas devem estar posicionadas ou como se organizam as sílabas).

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Linguagem como forma de interação


A BNCC assemelha-se aos PCNs quando assume a perspectiva enunciativo-discursiva de linguagem, reconhecendo que ela é uma atividade humana e faz parte de um processo de interação entre os sujeitos. A linguagem materializa-se em práticas sociais, com objetivo e intenção. Por essa razão, estabelece a centralidade no texto como unidade de trabalho e indica a necessidade de sempre considerar a função social dos textos utilizados. Durante a alfabetização, isso sinaliza para a importância de que os alunos trabalhem com textos reais – e não exclusivamente criados para o trabalho escolar como “Ivo viu a uva”.
O documento também aponta para uma continuidade do que é feito na Educação Infantil, deixando mais claro que há uma ponte entre os dois segmentos. É preciso compreender que ambos estão interligados, portanto, nos anos iniciais do Fundamental será possível intensificar e estruturar as experiências com a língua oral e escrita iniciadas na Educação Infantil.

Ao assumir essa postura, o documento considera as contribuições da perspectiva construtivista, principalmente os estudos sobre os processos pelos quais as crianças passam para se apropriar da escrita. Mas, também, aponta ser preciso um trabalho com a consciência fonológica e com conhecimento das letras para ajudar a criança a evoluir em suas hipóteses de escrita.
Essa opção pela alfabetização explícita gerou muitas discussões e resistência entre os especialistas durante a elaboração da BNCC, mas prevaleceu o entendimento de que as crianças aprendem de diferentes maneiras e esta pode ser uma opção para a parcela que não tem sido alfabetizada apenas pelas propostas das diretrizes anteriores. Indicar a inclusão de atividades específicas sobre notação alfabética não significa desprezar a imersão no texto e sua função social nem estabelecer uma ordem de prioridade entre os dois trabalhos. Até porque não basta dominar o sistema de escrita para estar alfabetizado. É preciso também ser capaz de ler e escrever textos de diversos gêneros. Um processo que o próprio documento indica ter continuidade a partir do 3º ano, quando a ênfase é na ortografização.
Vale frisar que, ao contrário dos PCNs, que ofereciam ao professor orientações didáticas e elementos para avaliação, a Base não trata dessas partes. O documento concentra-se na proposição das competências e habilidades essenciais que todos os alunos devem desenvolver a cada ano e etapa da Educação Básica, ou seja, o foco está em “o que ensinar”. A construção do “como ensinar” virá nos currículos, cuja revisão está a cargo de redes, escolas e docentes.

Alfabetização em dois anos


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O ano de escolaridade limite para uma pessoa aprender a ler e escrever foi uma das questões mais discutidas durante a elaboração da BNCC. O Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa (Pnaic), que é a diretriz anterior, coloca como prazo-limite o 3º ano. A BNCC antecipou para o 2º ano e aponta que, no 3º ano, o processo continua com mais foco na ortografia.
Muitas redes de ensino municipais e estaduais já atuam nesse formato. Mas há aquelas que deverão aproveitar a revisão dos currículos para fazer ajustes. De qualquer maneira, para dar conta de alfabetizar os alunos ao fim do período indicado, torna-se fundamental, como a Base indica, a articulação entre os currículos de Educação Infantil, nos quais a criança já estará imersa em experiências de leitura e escrita, com os dos anos iniciais do Fundamental, quando se aprofunda e sistematiza o trabalho.


Campos de atuação como eixo estruturante


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Novidades importantes trazidas pela BNCC, os campos de atuação representam, na organização do documento, papel de eixo estruturante tanto quanto as práticas de linguagem. Essa opção evidencia a proposta de contextualizar a construção do conhecimento. A ideia de que as práticas de linguagem estão na vida social e devem ser levadas à escola em situações reais em que se fazem necessários os seus usos. Para os anos iniciais, são quatro campos: vida cotidiana, artístico-literário, práticas de estudo e pesquisa e vida pública.


Destaque para o multiletramento


A ampliação no uso da tecnologia alterou as práticas de linguagem na sociedade atual. A BNCC reflete isso ao dar ênfase ao ensino das especificidades da leitura e da escrita em ambientes digitais, entre outros. Os gêneros clássicos (conto, crônica, entrevista, notícia, tirinha, receita etc.) estão presentes no documento, mas este abriu espaço também a novos gêneros (como chats, tuítes, posts, e-zines etc.) e a textos multissemióticos e multimidiáticos, que consideram, além do escrito, imagens estáticas (fotos, pinturas, ilustrações, infográficos, desenho) ou em movimento (vídeos, filmes etc.) e som (áudios, música) – componentes que também atribuem significado à mensagem. Para os anos iniciais, cabe ao professor contribuir para a construção desse multiletramento e qualificar as produções e a utilização das ferramentas digitais, considerando também os aspectos éticos, estéticos e políticos.


18 de set. de 2018

LEITURA PARA O MUNDO




A importância da leitura, fora e dentro da sala de aula.


Você gosta de ler? Sim Não? A leitura é muito importante para as nossas vidas e não apenas do ponto de vista educacional. Mas como treinar nossos alunos - ou a nós mesmos - na leitura? E quais são seus benefícios?
A leitura não é apenas entretenimento perfeito. Os livros podem nos ajudar a entender melhor o mundo em que vivemos, além de nos ajudar a exercitar nossos cérebros. Ao ler, temos que fazer com a nossa mente o que o autor nos diz: até certo ponto, estamos criando um mundo próprio e desenvolvendo múltiplos mecanismos. Acima de tudo, devemos ter em mente que os livros provocam preocupações, interesses, nos fazem pensar, nos fazem rebelar. Eles estão nos ajudando a nos entender melhor. A frase que, na minha opinião, melhor resume a importância da leitura é a de Santa Teresa de Jesús, autora do século XVI: "Leia e conduza; não leia e você será conduzido ".



E na sala de aula, que papel os livros deveriam desempenhar?Se nossos alunos lerem, eles estão desenvolvendo a capacidade de compreensão de leitura e adquirindo novo vocabulário e novas estruturas, quase inconscientemente. Além disso, se um aluno não tiver sido treinado em leitura, suas habilidades de escrita serão pobres, levando a dificuldades ao escrever, tanto em seu idioma nativo quanto em uma língua estrangeira.
      Mas, como professores, como podemos motivar a atividade de leitura?  Primeiro, entender que a leitura não deve ser uma obrigação:  Temos que tentar que nossos alunos tenham prazer nos livros e que seus hábitos de leitura se tornem um hobby.É claro que você precisa começar a orientá-los, mas o ideal seria motivá-los para que, quando chegassem em casa, continuassem lendo sozinhos.O que mais devemos saber? Essa leitura está aprendendo:Você tem que começar de pequeno.Portanto, temos que encontrar livros que sejam apropriados para a idade de nossos alunos. No entanto, não há dois leitores iguais.Assim, temos que conhecer nossos alunos e oferecer-lhes diferentes possibilidades de leitura, com ênfase especial nos assuntos em que cada um está interessado.A leitura é uma das aprendizagens mais importantes que promovem a educação, não só porque a compreensão dos textos está presente em todos os níveis de ensino, mas também porque uma grande quantidade de informação que os alunos adquirem e usam surge de textos escritos.


                                                                                                 Professor Jaílson Tapeba

21 de ago. de 2018

PROJETO: LEITURA COM A FAMÍLIA - VEM E LER COMIGO

           LEITURA EM CASA - VEM E LER COMIGO


ESCOLA + ALUNO + FAMÍLIA

ETAPA 01

Através da leitura o ser humano consegue se transportar para o desconhecido, explorá-lo, decifrar os sentimentos e emoções que o cercam e acrescentar vida ao sabor da existência. Pode então, vivenciar experiências que propiciem e solidifiquem os conhecimentos significativos de seu processo de aprendizagem. Neste sentido pensamos ser dever, de nossa instituição de ensino, juntamente com professores e equipe pedagógica propiciar aos nossos educandos momentos que possam despertar neles o gosto pela leitura, o amor ao livro, a consciência da importância de se adquirir o hábito de ler. O aluno deve perceber que a leitura é o instrumento chave para alcançar as competências necessárias a uma vida de qualidade, produtiva e com realização.



OBJETIVOS 

  • Estimular os momentos de leitura em família, possibilitando a troca de experiências, saberes e sentimentos entre pais/responsáveis e filhos, oportunizando o conhecimento acerca da vida escolar do aluno e aprimorando a relação entre FAMÍLIA X ESCOLA
  • Despertar o prazer da leitura e aguçar o potencial cognitivo e criativo do aluno; 
  • Promover o desenvolvimento do vocabulário, favorecendo a estabilização de formas ortográficas; 
  • Possibilitar o acesso aos diversos tipos de leitura na escola, buscando efetivar enquanto processo a leitura e a escrita. 
  • Estimular o desejo de novas leituras; 
  • Possibilitar a vivência de emoções, o exercício da fantasia e da imaginação; Possibilitar produções orais, escritas e em outras linguagens; 
  • Proporcionar ao indivíduo através da leitura, a oportunidade de alargamento dos horizontes pessoais e culturais, garantindo a sua formação crítica e emancipadora.

 PLANO DE AÇÃO


Iniciar o dia da leitura na escola, através de algumas ações de motivação sobre a importância da leitura. 
Os alunos serão incentivados a trazerem material do seu interesse para leitura neste dia. 
Ao mesmo tempo, os professores poderão oferecer aos alunos, gêneros de leitura variados: poesia, piada, contos, literatura infanto-juvenil, histórias em quadrinhos, artigos informativos, etc e/ou dirigir a aula de leitura a um tema específico.
Os alunos levarão para um livro literário de sua preferencia e realizar um momento de leitura com a familia.
Recursos materiais: textos diversos, livros, revistas, jornais, periódicos, cartolina, papel sulfite, pincel atômico, etc.. 



AVALIAÇÃO


A avaliação do projeto será contínua, sendo realizada após cada encontro com a turma, envolvendo todos os segmentos da escola. Também acontecerá ao término desta primeira etapa, a fim de aprimorar as ações realizadas e fortificar os pontos exitosos



  • FREIRE, P. A importância do ato de ler. 41ª ed, São Paulo: Cortez, 2001. 
  • GADOTTI, M. Educação e Poder: introdução à pedagogia do conflito. São Paulo: Cortez, 1980. 
  • GERALDI, J. W. O texto na sala de aula: prática da leitura de textos na escola. 2 ª ed, Cascavel: Assoeste, 1984. 
  • KLEIMAN, C. Oficina de Leitura. São Paulo: Martins Fontes, 1994. 
  • LÜCK, G. Página à página: faça seus alunos se interessarem pela leitura. Curitiba: Profissão Mestre, set.200, p.10-13. 

29 de fev. de 2016

INDISCIPLINA NA ESCOLA: E agora ?

E AGORA?

A garotada voa pelos corredores, conversa em sala, briga no recreio, insiste em usar boné e em trazer para a sala materiais que não são os de estudo. A paciência do professor está por um fio. Cansado e confuso, ele se sente com os braços atados e a autoridade abalada. Não suporta mais as cenas que vê e não sabe o que fazer. Quer obediência! Quer controle! Quer mudanças no comportamento dos alunos! 

Para ter uma turma atenta e motivada, a primeira mudança necessária talvez esteja nos pais, na escola e nos professores. É hora de rever a ideia de indisciplina e o que há por trás dela.
O comportamento inadequado do aluno não pode ser visto como uma causa da dificuldade para lecionar. Na verdade, ele é resultado da falta de adequação no processo de ensino. 

Como se resolve a indisciplina?

As estratégias usadas atualmente por  parte dos professores para lidar com a indisciplina estão na contramão do que os especialistas apontam ser o mais adequado. Se a repreensão funcionasse, a indisciplina não seria apontada como o aspecto da Educação com o qual é mais difícil lidar em sala de aula, como mostrou outra pesquisa, da Fundação SM, feita em 2007 com 3,5 mil docentes de todo o país. 

Para avançar nessa reflexão, é preciso entender que a indisciplina é a transgressão de dois tipos de regra.
  • O primeiro são as morais, construídas socialmente com base em princípios que visam o bem comum, ou seja, em princípios éticos. Por exemplo, não xingar e não bater. Sobre essas, não há discussão: elas valem para todas as escolas e em qualquer situação.
  • O segundo tipo são as chamadas convencionais, definidas por um grupo com objetivos específicos. Aqui entram as que tratam do uso do celular e da conversa em sala de aula, por exemplo. Nesse caso, a questão não pode ser fechada. Ela necessariamente varia de escola para escola ou ainda dentro de uma mesma instituição, conforme o momento. Afinal, o diálogo durante a aula pode não ser considerado indisciplina se ele se referir ao conteúdo tratado no momento, certo?
 Para se sair bem, é preciso estudar muito e sempre revisitar o tema. Veja também um projeto institucional para a formação da equipe.
Calvin e seus amigos
FALTA DE AUTORIDADE
O que se espera da escola é conhecimento. É isso que faz o aluno respeitar o ambiente à sua volta. Se a aula está um térdio, eke vai procurar algo mai interessante para fazer

FONTE:http://revistaescola.abril.com.br/formacao/formacao-continuada/como-resolve-indisciplina-autoridade-moral-convencao-cooperacao-autonomia-503230.shtml

17 de jan. de 2014

NOSSO ESPAÇO CULTURAL

A cultura indígena sempre esteve presente na história do Brasil desde os primórdios, influenciando constantemente nas tradições do país. Considerando a importância que a escola tem em estar constantemente em contato com as tradições do país, eis a necessidade de inserir no currículo escolar os elementos da cultura indígena.

O contato com o branco, desde o início da colonização, sempre foi prejudicial ao índio e à cultura indígena em geral, pois funciona como elemento destribalizador, provocando perda das terras e dos valores culturais. Com o tempo, perdeu-se a imensa diversidade cultural que as tribos representavam sem que chegassem a ser estudadas. Por outro lado, adaptados ao seu meio ambiente, não possuindo defesas contra as doenças da civilização, muitos sucumbiram pelas gripes, sarampo, sífilis e outras doenças.

SEMENTES DE HOJE SERÃO OS FRUTOS DE AMANHÃ

Educar uma criança não é tarefa muito fácil, os envolvidos com o processo se deparam com muitas dificuldades diariamente. É importante criar uma maneira de agir que possa auxiliar todos aqueles que fazem parte da convivência da criança, já que atuar de forma organizada pode proporcionar uma harmonia maior no ambiente familiar, onde a educação infantil deve ser iniciada.





                                                                                         PROFESSOR INDÍGENA JAÍLSON TAPEBA

PLANEJAMENTO ANUAL 2014


 

 ESCOLA INDÍGENA TAPEBA CAPOEIRA
( MBUESAUA TAPEBA KAAPOERA)

Mbuesara (professor): Jaílson Tapeba
Planejamento anua

                   Sapó mbué supé morob, má né yá katúsaua!
(A raiz do ensino é amargo, mas seu fruto é virtuoso !)
Jaílson Tapeba


ESCOLA INDÍGENA TAPEBA CAPOEIRA
( MBUESAUA TAPEBA KAAPOERA)
PLANO ANUAL - 2014

Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA

Interpretação de Texto ( gêneros textuais)
·        Língua e linguagem;
·        Intenção, situação e contextualização;
·        Comunicação: Verbal e não verbal;
·        Língua e diversidade cultural;

Construção de Texto
·        Narrativa em prosa;
·        Momentos da narrativa;
·        Personagens;
·        Tempo e espaço;
·        Elementos da narrativa;
·        Contos, dedicatórias e referencias;
·        Diálogos e contextualização;

Estudos Gramaticais
·        Variedade linguística;
·        Pontuação;
·        Frases verbais e nominais;
·        Ordem de palavras;
·        Artigo;
·        Numeral;
·        Substantivação;
·        Adjetivos;
·        Verbos auxiliares;
·        Verbos regulares;
·        Flexão de gêneros;
·        Flexão e concordância;
·        Pronomes;

Oralidade e Escrita
·        Pesquisa e apresentação;
·        Diálogos debates;
·        Folhetos instrucionais;
·        Resumos;
·        Depoimentos e redação;

Procedimentos
·        Trabalhando as habilidades com vídeos e outras fontes que possibilite o diálogo, interação visando o desenvolvimento e competência leitora e escrita do aluno;
·        Realizando trabalhos e articulando textos, gramatica e produção considerando os aspectos discursivos e textuais;
·        Trabalhos sistematizados com diferentes gêneros textuais orais, absorvendo tanto a compreensão leitora, produção textual como as diversidades de textos;

Seguintes aspectos metodológicos
·        Elaboração de atividades;
·        Trabalhos escritos;
·        Resumos e anotações;
·        Avaliação escrita;
·        Dinâmicas educativas e refletidoras de ações  pedagógicas: escola e comunidade;

Competências
·        Produzir textos coesos e coerentes na modalidade oral e escrita;
·        Compreender os diversos gêneros textuais;
·        Avaliar critica e/ou opiniões;
·        Revisar a escrita;
·        Identificar os diferentes níveis de linguagem;

Avaliação
·        Participação proativa;
·        Interação social e positiva;
·        Avanços e dificuldades na leitura e escrita;
·        Assiduidade;
·        Realização de tarefes e trabalhos;





















Disciplina: HISTÓRIA ( 6º ANO)

Conteúdos
·        Colonização portuguesa na América;
·        Capitanias hereditárias;
·        Os primeiros habitantes do Brasil ( Pindorama);
·        Economia açucareira;
·        Os engenhos;
·        Escravidão;
·        Conflitos sociais no período da colonização o Brasil;
·        A expansão colonial;
·        As missões jesuítas;
·        O sertão;
·        As revoltas e massacres;
·        Identidades violadas;
·        Massas diversas sociais e os conflitos históricos;
·        Leis: direitos e deveres;
·        Politica brasileira: Para todos!

Objetivos:
·        Reconhecer as relações sociais, politicas e sócio culturais que estabeleceram no passado e contribuíram para uma nova identidade brasileira.
·        Identificar os principais elementos que permearam durante a história do Brasil;
·        Ler e compreender os vestígios históricos.

Procedimentos
·        Leitura e interpretação de textos (documentos, cartas, imagens)
·        Debates e ilustração de mapas antigos;
·        Dialogo e trabalhos em grupos;

Avaliação qualitativa
·        Interesse e participação;
·        Respeito às diversas opiniões e criticas pessoais relacionados ao assunto;
·        Realização de tarefas;
·        Organização dos trabalhos  seminários;

Avaliação quantitativa
·        Escrita e reescrita de textos debatidos e dialogados;
·        Apresentação de trabalhos realizados;






















Disciplina: HISTÓRIA ( 7º/8º ANO)

Conteúdo
·        História do Brasil II:
ü  Brasil nordeste: a colonização no nordeste;
ü  Índios do nordeste e a ocupação territorial;
ü  O sertão e o cangaço;
ü  O cangaço
ü  A nova identidade do nordeste;
ü  Terra cearense;
ü  As lutas e conflitos na história do Ceará;
ü  Luta dos primeiros habitantes do Ceará;
ü  Documentários;
ü  Identidade étnica;
ü  Luta indigenista;
ü  Resgate de uma memoria;
ü  Movimento e conquista;
ü  Organização social e cultural e órgãos indigenistas;
ü  Tribos das águas;
ü  Etnias do nosso Ceará: índios, quilombolas e ciganos;
ü  Regionalismo e patrimônios históricos;
ü  Memorial regional;
ü  Histórico de Caucaia;
ü  Cidadania: direitos e deveres;
ü  Leis e estatutos;

Objetivos
·        Reconhecer a história da ocupação do territorial do nordeste brasileiro compreendendo seus processos que a região sofreu mudando seu suas características físicas, culturais e sócios politico na construção de uma nova identidade.

Procedimentos
·        Debates
·        Vídeo aula;
·        Visita em museu;
·        Seminários;
·        Trabalho de pesquisa;
·        Depoimentos;
·        Apresentações culturais;
·        Leitura e atividade proposta;

Avaliação
·        Trabalhos apresentados e participação;
·        Atividades em grupos;





















Disciplina: GEOGRAFIA ( 8º ANO)
 Conteúdo
·        Paisagens naturais e fenômenos naturais;
·        Mapas e atlas- localização;
·        Geografia regional;
·        Geografia climática;
·        Geografia populacional;
·        Economia;
·        Geografia social;
·        Meteorologia;
·        Características regionais;

Objetivos
·        Compreender o espaço geográfico como uma ciência de conjuntos de fenômenos naturais e humanos que constituem aspectos com distribuições e relações reciprocas;

Procedimento
·        Leitura de textos;
·        Mapas e atlas- ilustrações;
·        Aula de campo – teórica x pratica;
·        Seminários
·        Trabalhos em grupos e individuais;

Avaliação
·        Participação e interação
·        Pontualidade dos trabalhos e socialização;



Língua portuguesa 3º ano
Conteúdo
·          Função social da escrita
·          Oralidade: contação de histórias, dramatizações, imitação, filmes, diálogos, debates...
·          Gêneros textuais: histórias pessoais e familiares, poemas, poesias, receitas, notícias, fábulas, bilhetes, caça-palavras, cartazes, informativos, músicas, contos, quadrinhas, entrevistas, gibis, literatura infantil, cruzadinhas, dicionário entre outros ;
·          Texto (oral e escrito): leitura, interpretação, análise, e produção ;
·          Tipologia textual: narrações, descrições e dissertações ;
·          Leitura de textos diversos e variados ;
·          Leitura com fluência e ritmo ;
·          Estruturação de textos: palavras, frases, parágrafos ;
·          Alfabeto e seu respectivo valor sonoro na oralidade e na escrita ;
·          Ordem alfabética ;
·          Letras maiúsculas, minúsculas, vogais e consoantes;
·          Análise linguística: acentuação, pontuação, ortografia, variações, morfogramaticais (R, RR, S, SS, EZA...), classes gramaticais (substantivos, adjetivos, encontro consonantal, encontro vocálico, artigo, numeral, verbos);

objetivos
·          Desenvolver o hábito de ouvir o outro ;
·          Aquisição da leitura e da escrita ;
·          Compreensão de diferentes modos de falar e de escrever;

Procedimentos

·          Formação de leitores: ler com fluência, entonação e ritmo (individualmente e em grupo) ;
·          Criar o hábito da leitura como forma de aquisição de conhecimento e como maneira lúdica, criativa e prazerosa de aprender ;
·          Leitura de histórias, bilhetes, músicas, contos, poesias, histórias em quadrinhos, etc ;
·          Utilização correta das letras ;
·          Identificar diversos tipos de frases ;
·          Interpretar e produzir frases, parágrafos e textos ;
·          Empregar corretamente os sinais de pontuação ;
·          Produzir e interpretar pequenos textos, coletivos e individuais ;
·          Realizar recorte de revistas e jornais...


Matemática

·          Sistema de numeração decimal (leitura, escrita-unidade, dezena, centena);
·          Valor posicional – ordens e classes ;
·          Números pares e ímpares ;
·          Sucessor e antecessor ;
·          Ordem crescente e decrescente ;
·          Dúzia e meia dúzia ;
·          Números ordinais ;
·          Números Romanos ;
·          Adição e subtração com e sem reagrupamento ;
·          Multiplicação: nomenclatura, dobro, triplo, com e sem reagrupamento ;
·          Divisão: situações de repartir em partes iguais, determinar quantas vezes uma quantidade cabe em outra, divisões exatas e não exatas, nomenclatura, metade ;
·          Situações problema envolvendo adição, subtração, multiplicação e divisão ;
·          Jogos e desafios envolvendo as quatro operações ;
·          Leitura oral e escrita de numerais ;
·          Sistema monetário ;
·          Diferentes unidades de medidas de tempo (dia, semana, mês, bimestre, semestre, ano) ;

Objetivos
·          Entender a matemática e a sua importância no dia a dia ;
·          Conhecer a história do sistema de numeração decimal ;
·          Resolver cálculos e situações problemas envolvendo as quatro operações ;
·          Conhecer e representar os numerais ;

Avaliação geral
A avaliação será contínua, levando em consideração o envolvimento do aluno no processo de ensino e de aprendizagem. Além do caráter formativo, será avaliado o aluno através de trabalhos individuais e em grupo, na oralidade e na escrita, nas suas produções através de provas, ditados, textos e relatórios.

OBJETIVO GERAL

Oportunizar ao aluno um ambiente escolar que valorize o ser humano como sujeito histórico e cultural observando e respeitando as diferenças e promovendo o desenvolvimento de habilidades humanas reflexivas e questionadoras.

METAS

·         Almeja-se que durante o ano letivo os educandos sintam-se inseridos ao processo de ensino e de aprendizagem e que construam o conhecimento a partir da mediação do educador ;

·         Que no processo do aprender haja uma troca de vivências culturais entre alunos e professores e que todos tenham uma aprendizagem rica e significativa;

·         Espera-se que o aluno consiga  melhorar a sua comunicação em relação ao outro respeitando as opiniões e valorizando cada área do conhecimento ;


·         Pretende-se incentivar, ouvir e orientar  os alunos para que consigam viver bem na família, escola e sociedade, tornando-os indivíduos críticos, responsáveis e conscientes ;
Orientar o aluno para que consiga ter sequência e ordem em seu caderno·
Ajudar  o aluno a ser organizado e responsável em relação ao seu material escolar·
Incentivar para que os educandos desenvolvam a capacidade do uso da linguagem oral e escrita em situações múltiplas, ampliando a compreensão, a interpretação e análise dos diversos textos existentes ,respeitando a capacidade crítica e as habilidades de produção espontânea, utilizando situações da realidade social e do cotidiano como representação do processo com diferentes representações culturais;

·         Contribuir para que os alunos construam um mundo mais justo e igualitário, aprendendo a conviver com o outro, com as diferenças e com as novas tecnologias, tendo como pontos os temas transversais ;